batman arkham origins - jogo em portugues para playstation 3 - Retro Games

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#6264 - batman arkham origins - jogo em portugues para playstation 3













Valor: 54,90
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Visitas:1120
Estado: Não Informado
Localidade: Brasil - SP - Jau
Aceita Troca: Não
Original: Sim
Possui Caixa: Sim
Possui Manual: Sim

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descrição do anúncioenviamos por e-sedex -aceitamos mercado pago versão nacional untitled document batman arkham origins jogo para playstation 3 versão nacional totalmente em português novo e lacrado vou começar esta análise por abordar o elefante no meio da sala. batman arkham origins não é feito pelo rocksteady, o estúdio responsável pelos dois jogos anteriores inseridos na série arkham. será isto um problema? sim, e ao mesmo tempo não. não é fora do comum hoje em dia as editoras recorrer a outros estúdios para dar continuidade a séries com novos jogos enquanto o estúdio principal ganha tempo de produção. a activision recorre a esta técnica com call of duty e tem conseguido bons resultados. os jogos assassin's creed mais recentes foram produzidos por vários estúdios em simultneo e, à primeira vista, tudo parece estar bem. mas há sempre qualquer coisa em falta. não sei se sentem o mesmo que eu, mas quando uma série passa por outro estúdio, o jogo daí originário parece ter falta de algum brilho. foi isto que senti com batman arkham origins. falta claramente o toque mágico do rocksteady. batman arkham origins ainda é digno de pertencer à excelente série arkham, que até agora tem deliciado os fãs deste super-herói. não é de forma alguma uma mancha na série, mas seria errado se o colocasse no mesmo patamar que arkham city, que foi de facto uma grande evolução em relação arkham asylum e que roçou a perfeição. este arkham origins é baseado nos mesmos alicerces de arkham city, mas falha em evoluir e acaba por ser uma repetição, apresentando poucas novidades. o propósito de batman arkham origins, como podem adivinhar pelo nome, é explicar a origem do arkham asylum que serviu de palco para os jogos anteriores, e pelo meio, também mostra uma faceta do batman de quando ainda o "emprego" de super-herói era recente. nesta face a polícia de arkham era hostil perante o super-herói milionário. mas para os adoradores da personagem, a parte mais entusiasmante de arkham origins é o primeiro encontro com joker, aquele que futuramente será o maior inimigo de batman e uma das maiores ameaças para gotham (caso perguntem, não é explicada a história de origem do joker, quando aparece já se tornou na mente demente e psicótica que hoje conhecemos). o palco desta vez é a cidade de gotham, que enfrentará uma longa noite de terror depois do black mask ter colocado a cabeça de batman a prémio. oito assassinos estão dispostos a enfrentar a faceta escondida de bruce wayne, alguns deles nunca antes vistos nos jogos anteriores, como deathstroke, copperhead e electrocutioner. graças a um aviso da polícia, que aconselhou os habitantes a trancarem-se em casa, a cidade está deserta e os vilões são a única preocupação de batman. "falha em evoluir e acaba por ser uma repetição, apresentando poucas novidades" a jogabilidade permanece em grande parte inalterada. diria até que o combatefree-flowestá idêntico. a única alteração vem de uma melhoria que é desbloqueada adiante, quando pedimos "emprestado" as luvas eléctricas de electrocutioner. a bateria das luvas é recarregada à medida que combatemos, e se um combate for longo o suficiente, podemos carregar em ambos os analógicos para ativar a habilidade de punhos eléctricos, causando danos devastadores nos oponentes. nem osbossesficam indiferentes perante este poder. entrar sorrateiramente nos edifícios e usar as sombras a seu favor faz parte de arkham origins, assim como fazia parte dos jogos anteriores. o que desilude não é o regresso da componentestealth, até porque são as partes mais desafiantes do jogo, isto claro que pretenderem dar conta dos inimigos sem serem detetados, mas antes um forte sentimento de repetição. já lá vão dois anos desde que joguei arkham city, mas pareceu-me que já passei por isto tudo. refiro-me a usar a batclaw navegar entre esculturas estrategicamente colocadas nos quatro cantos das salas para que o batman não seja visto, ou abrir as condutas de ar para as usar como esconderijo ou para surpreender por detrás os criminosos. tal como no combate, há novas engenhocas úteis para as secções destealth. o concussion detonator deixa os capangas incapacitados durante alguns segundos e agora têm também ao vosso dispor um dispositivo que causa interferências nas armas que impossibilita o seu uso, mas sem que os inimigos se apercebam. o remote claw é uma outra ferramenta útil que o batman acrescenta ao seu leque de engenhocas neste novo capítulo. com este engenho podemos ligar dois pontos com uma corda criando uma ponte. ou então, prendemos uma das pontas a um local estável e a outra a um inimigo, deixando-o pendurado. não é uma surpresa que as capacidades do batman podem (e devem) ser melhoradas ao longo do jogo, afinal esta já era uma das características dos antecessores. a evolução decorre em dois níveis: no combate, desbloqueando novas possibilidades de ataque e de continuar o ritmo de golpes, e nas engenhocas. completar as missões principais não basta para maximizar os melhoramentos, no entanto, não precisam de maximizar a evolução para concluir a história. os últimos patamares da cadeia de evolução dos dispositivos e aparelhos do batman são necessários apenas para resolver os puzzles mais complexos elaborados por riddler, que está sempre a tentar fazer a vida negra ao homem-morcego sem sair do seu esconderijo. arkham city não tem a dimensão de san andreas, mas é grande o suficiente para a deslocação com o gancho do batman parecer lenta. é por isso que temos ao nosso dispor o avião a jato de batman, que podemos usar como transporte para determinados pontos da cidade (mas não controlamos o avião). no entanto, para a deslocação ser possível, temos que enfrentar os desafios de riddler, que decidiu bloquear a transmissão pelos vários locais de arkham impossibilitando a deslocação rápida do batman. por isso, antes que possam deslocar-se rapidamente, terão que libertar as torres de comunicação da posse de riddler. o modo detective regressa, e apesar da novidade de reconstruir a cena do crime, avançando para trás no tempo, funciona quase automaticamente. não nos sentimos como verdadeiros detectives porque temos a papinha toda feita. as pistas são mostradas descaradamente ao jogador e tudo o que terão de fazer é carregar no x para analisar. "há muito para fazer em termos de objetivos secundários" a exploração também regrediu. continua a haver itens do riddler espalhados pelas áreas exteriores e interiores, mas desta vez a quantidade é muito menor. mas fora isto, há muito para descobrir depois do final. depois de terminar a campanha em linha reta, isto é, optando apenas por abordar as missões principais e que contribuem para o desenvolvimento do enredo, fiquei a 24 porcento de completação, o sinónimo de que há muito para fazer em termos de objetivos secundários. há claro os já conhecidos desafios de combate e stealth, um modo presente tanto em arkham asylum como arkham city, e inclusive o new game plus e o modo de dificuldade i am the knight. se concluírem tudo isto, terão gasto dezenas de horas. os grandes obstáculos de batman arkham origins são os jogos que lhe antecedem, que colocaram a fasquia muito elevada, e também a data da sua chegada. foi lançado cerca de dois anos após arkham city e falha em trazer algo de novo, além de pequenos detalhes como as novas engenhocas de batman. também sofre por estarmos no final desta geração e já não é possível retirar muito mais das consolas atuais. deve ser por isso que na playstation 3 a framerate engasgou-se em alguns momentos. mas é um jogo tecnicamente impressionante dentro do génerosandbox como os antecessores nos deixaram "mal habituados", é fácil ignorar as qualidades de arkham origins. a caracterização das personagens não tem igual e a nível de imersão, jogabilidade e apresentação, é facilmente um dos melhores jogos de super-heróis, lá está, mais uma vez só superado pelos anteriores. e para uma história de origem, consegue surpreender e não cair imediatamente no óbvio. os encontros com vários assassinos são momentos que ficam na memória, embora no caso de deathstroke seja pelas piores razões, devido à frustração que pode causar. "é facilmente um dos melhores jogos de super-heróis (...)" o modo online deixa impressões negativas e positivas. as impressões negativas advém quando jogamos na fórmula de um shooter na terceira pessoa, na qual controlamos um dos capangas do bane ou do joker. a personagem não responde bem, parece meia empancada, e o feedback da arma quando disparamos é simplesmente horrível. por outro lado, o modo online torna-se mais apelativo quando podemos jogar como batman ou robin, ou como bane ou joker. o jogo escolhe à vez e de forma um pouco aleatória quem tem o privilégio de jogar no papel de super-herói ou super-vilão. só dois jogadores por partida podem ser escolhidos, o restantes ficam restringidos a um shooter genérico e desinspirado. ao haver um distinção entre quem jogar como super-herói/super-vilão cria-se um desiquilíbrio. batman, robin, bane e joker não são invencíveis, mas são muito mais poderosos que as personagens comuns. não creio que batman arkham origins precisasse desesperadamente de um modo multijogador online, mas tenho que admitir que existe aqui algum potencial, mas a execução terá que ser melhor da próxima vez. a campanha é o coração de batman arkham origins e será neste parte que verão o vosso dinheiro recompensado. a nova história, que vem explicar a origem de arkham asylum, é a principal novidade. como estamos perante uma prequela, já sabem o que acontece no fim, não esperem um final bombástico como o de arkham city. excluindo as poucas novidades para quem acompanha a série desde o início, não há grandes falhas a apontar a batman arkham origins, o que é explicável por seguir à risca a fórmula criada pelo rocksteady. se gostaram de arkham asylum e arkham city, esta é uma aposta segura. 8/10 garantia: produto 100% original.


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